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Nova pesquisa confirma favoritismo absoluto de Reinaldo para o Senado em MS

Foto: Arquivo

O cenário político em Mato Grosso do Sul ganha contornos de forte favoritismo no ecossistema conservador e de centro. Levantamento realizado pelo instituto Real Time Big Data e divulgado na quinta-feira, 6 de agosto, confirma o ex-governador Reinaldo Azambuja (PL) no topo das intenções de voto para o Senado Federal, somando 30% das preferências do eleitorado sul-mato-grossense no quadro de votos consolidados para a 1ª e a 2ª vaga.

O resultado reflete o peso do legado administrativo deixado por Azambuja ao longo de seus dois mandatos à frente do Executivo estadual, somado à sua capacidade de articulação partidária na liderança do Liberalismo em MS.

A vantagem do ex-governador garante a ele uma posição confortável e central na composição das forças políticas que atuarão majoritariamente na eleição.

Confira os números

A sondagem aponta uma ampla predominância do eleitorado alinhado ao campo de Azambuja no Estado:

  • Reinaldo Azambuja (PL): 30%
  • Capitão Contar (PL): 19%
  • Nelsinho Trad (PSD): 15%
  • Vander Loubet (PT): 9%
  • Soraya Thronicke (PSB): 8%
  • Beto do Movimento (PSOL): 5%
  • Daniel Júnior (Agir): 2%
  • Fernando Moraes (DC): 2%
  • Brancos / Nulos: 4%
  • Não souberam / Não responderam: 6%

Além do recall de suas gestões focadas em infraestrutura e desenvolvimento socioeconômico, a performance de Reinaldo demonstra a eficiência de sua articulação direta com a base municipalista do Estado.

A liderança com folga sobre os demais concorrentes, inclusive sobre nomes que buscam a reeleição ao Senado, projeta Azambuja como a principal peça de sustentação e dinamismo da chapa majoritária.

A pesquisa também reforça o ambiente favorável ao grupo político governista em Mato Grosso do Sul, demonstrando forte aprovação popular dos projetos de continuidade do desenvolvimento estadual.

O estudo do Real Time Big Data foi realizado entre os dias 1º e 5 de agosto, ouvindo 1.600 eleitores no Estado de Mato Grosso do Sul. A margem de erro estimada é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. O levantamento está devidamente registrado junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código MS-07706/2026.

Olga Cruz

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