MS Delas

Search
Close this search box.
31°C

“Grupo Amor Vida” busca voluntários para acolher quem precisa apenas ser ouvido

Foto: Banco de imagens

Você não precisa ser psicólogo, médico ou especialista para ajudar alguém que está passando por um momento difícil. No Grupo Amor Vida (GAV), em Campo Grande, o trabalho começa justamente por algo que parece simples, mas pode fazer diferença para quem está do outro lado da linha: ouvir sem julgar.

A organização, que atua no acolhimento e na prevenção do suicídio, está em busca de novos voluntários para reforçar a equipe de atendimento. Para participar, é necessário ter mais de 18 anos, disponibilidade para os plantões e disposição para oferecer uma escuta acolhedora.

Hoje, o GAV conta com cerca de 100 voluntários, sendo aproximadamente 60 envolvidos diretamente nos atendimentos. Para ampliar esse número, uma nova formação será iniciada no dia 22 de agosto.

O curso terá duração de três meses, sempre aos sábados pela manhã, no auditório da instituição. Depois da formação, os novos voluntários ainda passam por um período de estágio, acompanhando atendimentos ao lado de voluntários mais experientes antes de começarem a atuar sozinhos.

“Nós estamos precisando de voluntários, por isso estamos fazendo esse chamado, quem tiver vontade de prestar esse trabalho voluntário, nosso curso vai começar em agosto, ele pode ser feito através do nosso site: grupoamorvida.ong/voluntariado, ou através do link no nosso Instagram: grupoamorvida_cg”.Cinthia Domingos, diretora de comunicação do GAV.

A inscrição pode ser realizada através do site www.grupoamorvida.ong/voluntariado, e caso precise de ajuda, ligue gratuitamente para o 0800 750 5554.

“A dor compartilhada, ela dói menos”

Cidinha conhece os dois lados dessa história. Antes de se tornar voluntária, ela própria já procurou o Grupo Amor Vida em um momento de angústia.

“Liguei no 0800, tava muito angustiada naquele momento e a pessoa me acolheu sem mencionar se ela me conheceu também, ela continuou no anonimato. Conversamos bastante, ela me acolheu e quando eu desliguei, eu me senti uma outra pessoa, um peso que tinha saído”, relembra.Cidinha Barbosa, voluntária

A experiência fez com que ela percebesse o impacto que uma conversa pode ter para quem procura ajuda.

“Então, eu vi a importância pra pessoa que nos liga, a importância do desabafar, como faz bem pra gente. A dor compartilhada, ela dói menos.”

Primeira Página

Você também pode gostar...