O Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (CMDM) deu início oficial aos trabalhos de 2026 na última sexta-feira, 6 de fevereiro. Durante a 229ª sessão ordinária, a presidente do conselho, Iacita Azamor Pionti, estabeleceu as metas prioritárias para o novo ciclo, destacando a necessidade de uma atuação coletiva e estratégica para o fortalecimento das políticas públicas voltadas ao público feminino no município.
A sessão foi conduzida pela diretoria do conselho que na ociasião, foi composta pela presidente Iacita Azamor Pionti e pela primeira secretária, Ianê Geny da Silva Milan Simões.

Entre as principais deliberações para o início do ano, destacam-se:
- Casa da Mulher Brasileira: O planejamento das comemorações dos 11 anos de fundação da unidade em Campo Grande, referência nacional no atendimento a mulheres em situação de violência.
- Mês da Mulher: A definição da agenda de atividades para março, mês simbólico de luta e conscientização.
- Eleições: O encaminhamento para a eleição da nova mesa diretora, agendada para a próxima reunião ordinária, também em março.
A presidente Iacita Pionti ressaltou a importância da participação ativa das 20 entidades que compõem o conselho, garantindo uma estrutura paritária com 10 representantes governamentais e 10 da sociedade civil. “O papel do CMDM é coletivo. A união entre o poder público e a sociedade civil é o que nos permite tratar de pautas centrais que envolvem os direitos das mulheres em todas as esferas”, afirmou.

A força do conselho reside na diversidade de seus membros. Entre os órgãos governamentais participantes estão:
- Secretaria Municipal de Assistência Social (SAS);
- Secretaria Municipal de Saúde (Sesau);
- Secretaria Municipal de Educação (Semed);
- Secretaria Municipal de Turismo e Lazer (Sectur);
- Agência Municipal de Meio Ambiente e Planejamento Urbano (Planurb);
- Fundação Social do Trabalho (Funsat);
- Subsecretaria de Políticas para a Mulher (Semu);
- Secretaria Especial de Segurança e Defesa Social (Sesdes);
- Agência Municipal de Habitação e Assuntos Fundiários (AMHASF).
Já o segmento da sociedade civil é representado por instituições de reconhecida atuação:
- Rede Feminina de Combate ao Câncer;
- Casa da Amizade;
- BPW Campo Grande;
- Ordem dos Advogados do Brasil (OAB);
- Associação das Mulheres com Deficiência;
- Associação dos Advogados Trabalhistas;
- Associação das Mulheres de Carreira Jurídica;
- Ong Paridade de Verdade;
- Ong Ipê Rosa.
Trajetória de Transformação
Ao longo de suas 229 sessões, o CMDM consolidou-se como um instrumento vital de transformação em Campo Grande. Desde sua criação, atua com firmeza na construção de políticas que protegem as mulheres contra a violência, promovem a saúde, garantem a autonomia econômica e estimulam a participação social.
A mobilização do CMDM segue firme em 2026, com o objetivo de garantir a inclusão de todas, independentemente de raça, classe social, orientação ou capacidade, na construção de uma sociedade mais justa e acessível.
Olga Cruz





