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Defesa Civil ensina como se cadastrar para receber alertas durante período do El Niño

Imagem gerada por IA

Com previsão de temperaturas acima da média e mudanças no padrão das chuvas em partes do Centro-Oeste, a Defesa Civil orienta a população a se cadastrar para receber alertas e acompanhar os avisos oficiais. A medida busca ampliar o acesso a informações sobre possíveis riscos associados aos efeitos do El Niño na região.

Segundo o Governo Federal, entre outubro e dezembro a região pode registrar condições climáticas diferentes de uma área para outra.

A previsão indica chuvas abaixo da média em áreas de Mato Grosso e no norte de Goiás, além de temperaturas acima da média em parte do Centro-Oeste. Já no centro e sul de Mato Grosso do Sul, a expectativa é de chuvas acima da média.

O informe destaca que chuva abaixo da média não significa ausência de chuva. Apesar da previsão de menor volume acumulado em algumas localidades, o período ainda pode ter precipitações, inclusive episódios mais intensos.

Na região do Alto Rio Paraguai, a previsão é de vazões acima da média e maior possibilidade de cheias.

Desefa Civil alerta para aumento do risco de fogo

De acordo com o material, o calor e os períodos mais secos podem favorecer a ocorrência de incêndios, com Mato Grosso concentrando algumas das áreas classificadas com maior risco.

Outro ponto de atenção é o aumento do risco de fogo na região. (Foto: Reprodução/Redes Sociais)
Outro ponto de atenção é o aumento do risco de fogo na região. (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

Como receber os alertas

A Defesa Civil recomenda que a população acompanhe previsões e avisos oficiais e disponibiliza canais gratuitos para o recebimento de alertas.

O cadastro pode ser feito enviando o CEP da região para o número 40199. Também é possível buscar informações pelo WhatsApp, no número (61) 2034-4611. Em situações de emergência, o atendimento pode ser acionado pelo telefone 199.

Contatos da Defesa Civil

Além disso, a orientação é que os moradores conheçam os riscos existentes em seus municípios e saibam onde estão os locais seguros e as eventuais rotas de fuga.

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