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Carlos Bolsonaro afirma que o “pai poderia ter morrido se não tivesse sido socorrido a tempo”

Foto: Arquivo

O vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) visitou o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital DF Star, em Brasília, neste fim de semana. Em um relato contundente sobre o estado de saúde do pai, Carlos afirmou que o atendimento médico imediato foi o que evitou um desfecho fatal.

De acordo com o parlamentar, a equipe médica que assiste o ex-presidente foi enfática ao destacar que, caso houvesse demora no socorro e na internação, Jair Bolsonaro não teria sobrevivido. O quadro, diagnosticado como uma broncopneumonia bacteriana bilateral de origem aspirativa, é considerado grave e exige monitoramento constante devido ao risco de complicações sistêmicas e sobrecarga renal.

Jair Bolsonaro segue internado na UTI sem previsão de alta. O boletim médico mais recente aponta que, embora o ex-presidente esteja consciente e apresente uma leve melhora na função renal, os marcadores inflamatórios continuam muito elevados. A equipe médica estima um período mínimo de sete a dez dias de internação para estabilização completa.

Prisão Domiciliar

Diante do agravamento clínico, a defesa de Jair Bolsonaro já articula uma nova estratégia jurídica. Os advogados confirmaram que estão aguardando a consolidação de um novo laudo médico detalhado para formalizar um pedido de prisão domiciliar humanitária.

A intenção é protocolar o pedido junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) assim que o ex-presidente receba alta hospitalar. A defesa argumenta que o ambiente prisional da “Papudinha” não oferece as condições necessárias para a recuperação de um paciente com o quadro de fragilidade atual, exigindo cuidados que só podem ser plenamente garantidos em regime domiciliar.

Olga Cruz

*Com informações da Web

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