Liderando a frente conservadora em Campo Grande, Reinaldo sela aliança com Riedel e Contar em grande ato pela democracia
Acompanhando o movimento que mobilizou milhares de cidadãos em diversas capitais e cidades pelo Brasil, Campo Grande foi palco de um importante ato na Avenida Afonso Pena, em frente ao Bioparque Pantanal, no feriado desta segunda-feira, 7 de setembro. A mobilização reuniu famílias, lideranças políticas em uma demonstração pública de apoio à democracia, à liberdade do País e em oposição às diretrizes do atual Governo Federal.
O evento teve como figura central o ex-governador e candidato ao Senado Reinaldo Azambuja 222 (PL), que demonstrou a força e a coesão da aliança da direita em Mato Grosso do Sul. Ao seu lado, estiveram o candidato à reeleição ao Governo do Estado, Eduardo Riedel 11 (PP), o candidato ao Senado pelo PL, Capitão Contar 221, e diversas outras lideranças e apoiadores do projeto nacional encabeçado pelo pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro 22.
Durante o encontro, bandeiras do Brasil e faixas pedindo garantias constitucionais e respeito às liberdades individuais tomaram conta da avenida. O ato destacou a convergência estratégica entre os nomes do PL e dos partidos aliados na busca por um modelo de desenvolvimento focado no fortalecimento do setor produtivo, na segurança jurídica e na estabilidade política.

Em seu discurso, Reinaldo Azambuja enfatizou o compromisso com a soberania nacional e com o futuro do Estado.
“O que estamos vendo hoje nos altos da Afonso Pena é a verdadeira voz do povo sul-mato-grossense, que não se cala diante dos retrocessos e exige respeito à nossa Constituição. Mato Grosso do Sul lidera pelo exemplo de união e trabalho, e é essa força que vai impulsionar a mudança e garantir a liberdade que o Brasil precisa para voltar a crescer com responsabilidade e democracia” — destacou o candidato ao Senado.
Reinaldo também apresentou Mato Grosso do Sul como exemplo de unidade política e defendeu a reeleição de Riedel, a ampliação das bancadas de direita e a eleição de Flávio Bolsonaro.
“A eleição mais importante para livrar o Brasil da ditadura é a do presidente Flávio Bolsonaro. Essa é a eleição que pode libertar o Brasil dessa ditadura que hoje está imposta a todos nós”, afirmou.
A senadora Tereza Cristina, do PP, concentrou o discurso na composição do Senado e nas críticas ao STF (Supremo Tribunal Federal). Ela afirmou que o País enfrenta uma grave crise institucional e cobrou do presidente da Corte, ministro Edson Fachin, a divulgação de denúncias, sem detalhar a quais casos se referia.
“O povo brasileiro precisa tomar conhecimento, e nós precisamos apoiar o ministro André Mendonça. É homem de bem, homem que não tem medo, e querem tirar a relatoria da mão dele. Isso não pode acontecer”.
O governador Eduardo Riedel também reforçou a relevância do alinhamento entre o Governo de Mato Grosso do Sul e o projeto nacional para assegurar avanços estruturais em MS.
“Mato Grosso do Sul construiu um modelo de gestão eficiente, focado em resultados, inclusão e desenvolvimento. Essa transformação que vivemos aqui só é possível onde há liberdade para trabalhar e empreender. Estamos juntos nessa caminhada com o Reinaldo, o Contar e o Flávio Bolsonaro porque acreditamos em um País forte, seguro e que caminha para a frente”, falou.
Riedel também defendeu a mobilização em favor dos candidatos de centro-direita às bancadas estadual e federal. “É um movimento político para ressaltar os candidatos dessa frente e reafirmar o nosso compromisso com essa agenda que queremos ver para o Brasil nos próximos anos”, completou.
Capitão Contar, afirmou que a disputa eleitoral está dividida entre dois lados. Ele criticou o governo federal e disse que uma eventual reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva permitiria a indicação de quatro ministros para o STF.
“Ou se fica com o que está aí, com roubalheira, escândalos de corrupção e pessoas endividadas e passando fome, ou estamos do lado de quem quer um País livre, democrático e com as instituições funcionando”, discursou.
O ato começou por volta das 16h, com um trio elétrico estacionado em frente ao Bioparque. Os manifestantes fizeram bandeiraço e exibiram faixas com a frase “Fora, Moraes!”



No Brasil

A mobilização em Campo Grande integrou uma onda de manifestações coordenadas que ocuparam pontos centrais em diversas capitais do País. O epicentro do movimento nacional ocorreu na Avenida Paulista, em São Paulo, onde o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro discursou para uma multidão ao lado de governadores aliados — como Tarcísio de Freitas —, parlamentares e lideranças conservadoras.
Em seu pronunciamento na Capital paulista, Flávio defendeu a pacificação do País, a anistia política e duras críticas ao modelo econômico e às decisões do Judiciário.
Olga Cruz





