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EUA atacam Venezuela; Trump anuncia captura de Nicolás Maduro

Em uma escalada militar sem precedentes na região, as Forças Armadas dos Estados Unidos lançaram um ataque de larga escala contra alvos na Venezuela na madrugada deste sábado, 3 de janeiro de 2026. Pouco depois das primeiras explosões serem registradas em Caracas, o presidente Donald Trump utilizou sua rede social X (antigo Twitter) para anunciar que o líder venezuelano Nicolás Maduro foi capturado.

O Anúncio de Donald Trump

Por volta das primeiras horas da manhã, o presidente Trump publicou uma mensagem direta confirmando o sucesso da operação:

“Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque em larga escala contra a Venezuela e seu líder, Nicolás Maduro, foi capturado e levado para fora do país juntamente com sua esposa. Esta operação foi realizada em conjunto com as forças de segurança dos EUA. Mais detalhes em breve. Haverá uma coletiva de imprensa hoje, às 11h, em Mar-a-Lago. Agradeço a sua atenção!”

A confirmação da captura de Maduro e de Cilia Flores, sua esposa, marca um ponto de inflexão na crise política que se arrastava desde as contestadas eleições de 2024 e o aumento da pressão diplomática e econômica sobre o regime.

Ofensiva

Relatos vindos de Caracas descrevem uma madrugada de caos. Pelo menos sete grandes explosões foram ouvidas na capital por volta das 2h da manhã (horário local). Aeronaves voando em baixa altitude foram avistadas sobre o centro da cidade e nos arredores da base aérea Generalísimo Francisco de Miranda e do complexo militar de Fuerte Tiuna.

Além de Caracas, as autoridades locais reportaram ataques nos estados de: Miranda, Araguaia e La Guaira.

A zona sul de Caracas enfrentou um apagão total logo após o início dos bombardeios. Fontes do Pentágono indicam que a operação contou com o apoio do porta-aviões USS Gerald R. Ford e de um contingente de aproximadamente 15 mil soldados que já estavam posicionados na região sob o pretexto de uma “campanha contra o narcotráfico”.

Antes das notícias sobre sua captura, o governo venezuelano chegou a emitir um comunicado denunciando uma “agressão militar flagrante” e acusando os Estados Unidos de violar a Carta das Nações Unidas. O estado de emergência e o “estado de comoção externa” foram declarados oficialmente pela administração Maduro nas primeiras horas da madrugada.

No cenário internacional, o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, convocou uma reunião urgente da Organização dos Estados Americanos (OEA) e das Nações Unidas.

Contexto

A tensão entre Washington e Caracas atingiu o ápice nas últimas semanas de 2025. O governo Trump havia dobrado a recompensa pela captura de Maduro para US$ 50 milhões, acusando-o de liderar um cartel de narcotráfico. Paralelamente, o reconhecimento oficial do opositor Edmundo González como o legítimo vencedor das eleições anteriores serviu de base diplomática para as ações de força executadas hoje.

Espera-se que a coletiva em Mar-a-Lago forneça detalhes sobre o paradeiro atual de Maduro e quais serão os próximos passos para a transição de poder na Venezuela.

Mais informações a qualquer momento.

Olga Cruz

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