Ex-secretário de Administração retorna ao primeiro escalão e passa a comandar área estratégica da gestão de Eduardo Riedel
O Governo de Mato Grosso do Sul oficializou, nesta terça-feira (6), a nomeação de Frederico Felini para o comando da Secretaria-Executiva de Comunicação. A mudança foi publicada no Diário Oficial do Estado e marca o retorno do ex-secretário de Administração ao primeiro escalão da gestão do governador Eduardo Riedel.
Felini assume a função no lugar de Frederico Fukagawa Hozano de Souza, o Tico, que deixou o cargo a pedido. Os atos de exoneração e nomeação foram assinados pelo secretário de Estado de Governo e Gestão Estratégica, Rodrigo Perez Ramos.
A Secretaria-Executiva de Comunicação está vinculada à Segov e ocupa posição estratégica na estrutura do Executivo, sendo responsável pela condução da comunicação institucional e pela divulgação das ações, programas e políticas públicas do Governo do Estado.
Advogado e com trajetória na administração pública, Felini já conhece a estrutura do governo estadual. Antes de assumir a Secretaria de Estado de Administração (SAD), exerceu funções na Segov e chegou a responder interinamente pela própria Secretaria-Executiva de Comunicação em 2023. Também acumula experiência na gestão municipal, tendo ocupado o cargo de secretário de Governo de Maracaju.
Felini deixou o comando da Secretaria de Administração no primeiro semestre deste ano para atuar na articulação política e na campanha de reeleição de Eduardo Riedel.
Com o encerramento do período eleitoral, seu retorno ocorre em um momento de reorganização da equipe e de preparação do Governo do Estado para o próximo ciclo administrativo. Além de assumir a Comunicação, Felini integra o grupo de trabalho criado para avaliar a atual estrutura da gestão e contribuir com a implementação do plano de governo para o quadriênio 2027–2030.
A nomeação, portanto, recoloca Felini em uma área central da administração estadual justamente na transição entre o encerramento do primeiro mandato e a preparação da nova etapa do governo Riedel.





