A aliança pró-reeleição de Eduardo Riedel, formada pelo PL e a federação PP/União, trabalha com duas vagas (uma para senado e outra para vice-governador) para ampliar o número de siglas no arco de alianças. O MDB e PSDB já estão praticamente garantidos na coligação, mas só devem lançar candidatos para as eleições proporcionais. Outras siglas que buscam abrigo na frente pró-Riedel são o Republicanos e o PSD.
A disputa maior é para ver com quem fica com a segunda vaga para candidatura ao Senado Federal na coligação. O ex-governador Reinaldo Azambuja, que deve comandar o PL a partir da próxima segunda-feira, disse que a definição vai levar em conta dois critérios: resultado das pesquisas (quantitativa e qualitativa) e o aval das lideranças dos partidos que formam a frente pró-Riedel.
Disse que tem atuado para unir a direita em MS. Em relação ao deputado federal Marcos Pollon (PL), que recentemente fez duras críticas à chegada dele ao partido, afirmou que já se falaram. “Conversamos na semana passada e falei que a disputa deve ser contra a esquerda, contra a reeleição de Lula”. Disse também que falou da possibilidade dele disputar o Senado pelo partido, dependendo do resultado das pesquisas,
Outro nome que pode estar na disputa por uma das vagas de candidato ao Senado pela coligação pró-Riedel é o do ex-deputado estadual capitão Contar, que já foi sondado para se filiar ao PL.
O PP, mesmo tendo três postulantes, dificilmente terá a vaga porque o partido já tem a cabeça de chapa para o governo do Estado. Em relação ao interesse do senador Nelsinho Trad (PSD) de integrar o arco de alianças liderado pelo PL e PP/União, surgiu uma complicador na avaliação do ex-governador. A filiação do irmão Fábio Trad ao PT, partido que deve ser o principal adversário nas eleições do ano que vem.
Fonte: Primeira Página





