Foto: Arquivo
O ex-governador de Mato Grosso do Sul e pré-candidato ao Senado, Reinaldo Azambuja, utilizou suas redes sociais para resgatar os marcos de sua gestão e projetar as principais bandeiras de sua caminhada rumo ao Congresso Nacional.
Entre os pontos destacados pelo ex-gestor, ganharam força a entrega de mais de 5 mil moradias em Campo Grande e a consolidação de uma política municipalista que descentralizou investimentos e fortaleceu os 79 municípios do Estado.
Azambuja enfatizou o impacto social da conquista da casa própria como um divisor de águas para milhares de famílias da Capital.
“Foi uma das maiores alegrias do meu governo entregar a chave de 5 mil moradias para famílias de Campo Grande. Só quem mora numa casa própria sabe o quanto isso faz bem pra toda a família. Representa dignidade e um patrimônio importante para o futuro”, pontuou o ex-governador, acrescentando que a redução do déficit habitacional em nível estadual e nacional é um dos grandes combustíveis para sua pré-candidatura atual.
O pré-candidato destacou a transformação geracional motivada pelo programa habitacional de sua gestão. “Hoje tem criança brincando no quintal, tem família reunida na sala, tem gente abrindo a porta da própria casa. Mas antes disso tudo existir, a casa própria era apenas uma esperança. Nós trabalhamos para construir moradias e realizar novos sonhos”.
O modelo municipalista como vitrine para o Senado
Além da agenda social, Azambuja colocou o municipalismo — marca que definiu seus dois mandatos frente ao Executivo estadual — no centro de seu discurso político. O ex-governador defende que a lógica de distribuição de recursos públicos precisa ser invertida no Brasil, garantindo que a riqueza gerada localmente retorne para onde as pessoas de fato vivem.
“Municipalismo não é promessa, é compromisso político com as pessoas. O dinheiro gerado pelos municípios precisa voltar para eles. É simples assim. Foi assim que trabalhei como governador e é assim que o Senado deve trabalhar para que o Governo Federal faça o mesmo”, sustentou.
Vale lembrar que, durante os seus dois mandatos, Mato Grosso do Sul aplicou cerca de R$ 8 bilhões diretamente nos municípios. Esse investimento público ajudou a pavimentar um ambiente de negócios favorável, atraindo mais de R$ 60 bilhões em investimentos privados para o estado no mesmo período.
O balanço de gestão apresentado por Azambuja também inclui:
- Apoio às famílias: Mais de 80 mil famílias atendidas pelo programa de transferência de renda Mais Social;
- Infraestrutura e responsabilidade: A recuperação e entrega de 220 obras que estavam inacabadas;
- Segurança Pública: Destinação de R$ 1,2 bilhão em equipamentos e estrutura para o programa MS Mais Seguro.
Olho no Pacto Federativo
Com a experiência de quem visitou pessoalmente todas as 79 cidades sul-mato-grossenses, o pré-candidato acredita que o modelo de gestão compartilhada testado com sucesso no estado deve inspirar o debate nacional sobre o pacto federativo em Brasília. Atualmente, a União concentra cerca de 58% dos recursos arrecadados no país, deixando estados e municípios com margens apertadas para investimentos básicos.
“A gente já sabe que dá certo. E essa lógica precisa atravessar as fronteiras de Mato Grosso do Sul, porque o nosso Estado não pode parar de crescer, e o Brasil também não pode ficar para trás. Conheci de perto as histórias e sei o que falta de verdade para mudar o dia a dia da população”, finalizou Azambuja.
Olga Cruz





