A morte da ex-vereadora de Campo Grande e ex-deputada estadual Grazielle Salgado Machado, aos 45 anos, causou comoção na política de Mato Grosso do Sul na quarta-feira (24). A ex-parlamentar estava internada em um hospital da Capital após passar mal e teve o quadro de saúde agravado nas horas seguintes.
Veja abaixo o que se sabe sobre o caso.
Quem era Grazielle Machado?
Natural de Campo Grande, Grazielle Machado nasceu em 12 de dezembro de 1980. Formada em Publicidade e Propaganda, empresária da comunicação e professora universitária, ela iniciou a carreira política aos 24 anos.
Foi eleita vereadora de Campo Grande em 2004, sendo reeleita em 2008 e 2012. Em 2014, foi eleita deputada estadual com 39.374 votos, tornando-se, na época, a mulher mais votada da história de Mato Grosso do Sul para o cargo.
Filha do deputado estadual Londres Machado (PP), atualmente em seu 13º mandato, Grazielle também presidiu o PR Mulher em Mato Grosso do Sul e ocupava, até sua morte, um cargo na Casa Civil do Governo do Estado.
Quando ela morreu?
Grazielle morreu na madrugada desta quarta-feira (24), aos 45 anos, em Campo Grande.
A Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS) confirmou a morte e divulgou nota de pesar destacando a trajetória da ex-deputada, que integrou a 10ª Legislatura e foi uma das 11 mulheres a ocupar uma cadeira no Parlamento estadual.
O que aconteceu antes da internação?
Segundo a assessoria da família, Grazielle começou a passar mal na terça-feira (23), quando estava com o marido.
Ela apresentava inchaço no rosto e falta de ar. Diante do agravamento dos sintomas, foi levada ao Hospital da Cassems, em Campo Grande, onde permaneceu internada.
Qual era o diagnóstico?
De acordo com a assessoria da família, Grazielle foi internada com um quadro de infecção intestinal e suspeita de salmonela.
No entanto, durante a madrugada, o estado de saúde piorou e ela não resistiu.
A causa da morte foi confirmada?
Não. A família informou que aguarda o resultado de exames para confirmar oficialmente a causa da morte.
Até a última atualização desta reportagem, não havia laudo médico conclusivo sobre o que provocou o óbito.
G1-MS





